segunda-feira, 17 de setembro de 2012 0 comentários

Sobreposição


A sobreposição de elementos no motivo tem como objectivo mostrar o aumento da profundidade e da perspectiva, como também convidar à observação dos contrastes no motivo.



Composição radial


Composições radiais transmitem uma sensação de vida, mesmo que o motivo seja estático, isto é, são aquelas em que os elementos principais se espalham a partir do meio da imagem.



Composição simétrica


A composição simétrica significa solidez, estabilidade e força, é também eficaz na organização de imagens com detalhes elaborados. Uma das estratégias oferecida por uma apresentação simétrica é a simplicidade dos elementos de um tema.


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Enquadramentos em enquadramentos


Os enquadramentos dentro de outros enquadramentos são um artifício frequentemente explorado em fotografia. Não só concentram a atenção do observador no motivo como muitas vezes sugere um contexto mais amplo em relação ao motivo. As cores poderão também fornecer pistas sobre a intenção do fotógrafo.

Servem também para outros fins, como por exemplo, a técnica que pode ser uma maneira de esconder pormenores em primeiro plano que distraem, é também uma maneira de ajudar a criar uma sensação de profundidade na imagem.



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Regra dos terços



A regra dos terços é uma maneira simples de conseguir uma boa composição, e todos os que têm algum relacionamento com a fotografia já ouviram falar desta regra. Esta está em todos os livros de fotografia e até se encontra no manual da sua máquina fotográfica devido à sua importância.

De forma imaginária, divida a imagem observada no visor da sua câmara em três partes, tanto horizontais como verticais. Os quatro pontos de intercepção chamados pontos de interesse, são os pontos de maior impacto visual na sua fotografia. Ao fotografar coloque o assunto principal e outros motivos de interesse nos pontos de intercepção das linhas ou segundo as mesmas.

As linhas horizontais podem ser utilizadas para colocar, por exemplo a linha do horizonte, esta deve ficar para baixo ou para cima da linha média consoante se pretende realçar o céu ou não. As linhas verticais são usadas por exemplo para colocar árvores e edifícios.

Quando o motivo se desloca deve fazê-lo da direita para a esquerda, caso contrário daria a sensação de estar prestes a chocar contra o lado vertical da fotografia, da mesma forma quando uma pessoa olha para o lado deve fazê-lo no mesmo sentido para não transmitir a sensação de claustrofobia.Por outro lado, como lemos da esquerda para a direita, observamos as fotografias da mesma maneira, seguindo esta tendência podemos colocar o tema do lado esquerdo da imagem.




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Profundidade de Campo

Profundidade de Campo acho que todo mundo já ouviu falar disso e como ela é influenciada pela abertura do diafragma. Mas, vejo poucas pessoas se utilizando dela como um dos pontos principais na composição. Tenho que admitir que sou fascinado pelas possibilidades que podemos conseguir com um pouco de sensibilidade e uma configuração simples no equipamento.

Podemos definir a profundidade de campo como a gama de distâncias em torno do plano focal na qual há nitidez aceitável. A profundidade de campo depende dos tipos de câmeras, aberturas e distância, apesar de também ser influenciada pelo tamanho da impressão e pela distância de visualização da imagem. Ficou complicado? Então vamos a uma situação pratica. Imagine três pessoas perto de você e alinhadas em fila com uma distância de dois metros entre cada uma. Ao focar na pessoa do meio, dizemos que ela está no plano focal onde há nitidez. A pessoa que está na parte da frente e a pessoa que está na parte de trás não vão estar nítidas, pois estão fora desse plano

Existe a possibilidade de aumentar ou diminuir a nitidez dessas pessoas que estão fora do plano de foco. O diafragma é a principal forma de controlar esse efeito. Quanto mais aberto o diafragma (números menores) mais as pessoas ficarão desfocados (pouca profundidade de campo). Quanto mais fechado o diafragma (números maiores) maior vai ser a nitidez dessas duas pessoas (maior profundidade de campo). Usar teleobjetivas também é uma maneira de perder profundidade de campo, mas pela razão de aproximação do objeto fotografado. Uma característica importante é que a perda de nitidez sempre é o dobro na parte posterior do que na parte anterior do objeto que está em foco.

Infelizmente, essa é uma relação que tem a ver com o tamanho do sensor (ou filme fotográfico) e da lente. Dessa forma, câmeras compactas possuem maior dificuldade de atingir um efeito de pouca profundidade de campo. A exceção são alguns equipamentos que no modo macro conseguem um resultado aceitável.

Foco e profundidade de campo


Esses dois item definem a nitidez da nossa imagem – onde fica essa nitidez (foco)? Quantas partes da foto ficarão nítidas (profundidade de campo)?


Foco


Todo mundo conhece o foco. Quando tiramos uma foto queremos que nosso destaque, no geral, esteja nítido e visível. O foco pode ser manual ou automático. Manualmente você gira o anel da sua lente. Nas lentes automáticas você pressiona o botão do obturador somente um pouco (meio toque) e a câmera irá fazer o foco automaticamente.


Profundidade de campo


A profundidade de campo define o quanto os objetos “próximos” do objeto que você decidiu ser o foco estarão focados também.


Vamos passar a chamá-la de “DOF”, pois é mais curto. DOF vem de “Depth of field”, Profundidade de Campo em inglês.


Quando o DOF é maior quer dizer que tanto os objetos à frente do escolhido como ponto focal quanto os que estão atrás também ficarão com um bom foco.


Quando o DOF é menor os objetos à frente e atrás do objeto escolhido como ponto focal ficarão sem foco.


Observe a comparação para entender melhor:




Neste caso note as mudanças no foco. A profundidade de campo é menor e os objetos em volta estão desfocados. A medida que aumentamos a profundidade de campo os objetos vão aparecendo.

Quando a profundidade de campo é maior os objetos em volta continuam nítidos (mas nunca tão nítidos quanto o ponto principal de foco)

Fatores que influenciam a profundidade de campo


Abertura

Quanto maior a abertura, menor o DOF – e vice-versa.

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O que é Abertura


Compreender Abertura


O tamanho do círculo representa o tamanho da abertura da lente - quanto maior for o número f, menor é a abertura.


A abertura é um dos três pilares da fotografia, os outros dois sendo ISO e velocidade do obturador. Sem dúvida, é o mais falado sobre o assunto, pois a abertura ou acrescenta uma dimensão a uma fotografia desfocando o fundo, ou magicamente traz tudo em foco. Neste artigo, vou tentar explicar tudo o que sei sobre a abertura em linguagem muito simples.


.Simplificando, a abertura é uma abertura dentro de uma lente, através da qual a luz entra no corpo da câmera. É mais fácil entender o conceito, se você só pensar em nossos olhos. Cada câmera que conhecemos hoje é projetado como os olhos humanos. A córnea em nossos olhos é como o elemento frontal da lente - reúne toda a luz externa, em seguida, dobrá-lo e passá-lo para a íris. Dependendo da quantidade de luz, a íris pode aumentar ou diminuir, controlar o tamanho da pupila, que é um furo que permite a passagem de luz ainda para dentro do olho. A quantidade de luz que entra na retina (o qual funciona como o sensor da câmara), limita-se o tamanho da pupila - quanto maior for a pupila, mais luz que entra na retina.


Assim, a maneira mais fácil de se lembrar de abertura, é, associando-a com o olho humano. Tamanho da pupila grande é igual a grande abertura, enquanto o tamanho da pupila pequena equivale a pequena abertura.

A íris da lente, que controla o tamanho (diâmetro) da abertura é chamado de "diafragma". A única finalidade do diafragma é bloquear ou parar toda a luz, com a excepção de a luz que passa através da abertura. Na fotografia, a abertura é expressa em números f (f/5.6, por exemplo). Estes números f, que são conhecidos como "f-stop" são uma maneira de descrever o tamanho da abertura do diafragma. Um f-stop baixo, uma abertura maior, enquanto que um f-stop maio, uma abertura menor. A maioria das pessoas acham isso estranho, já que estamos acostumados a ter números maiores representam valores maiores, mas não neste caso. Por exemplo, f/1.4 f/2.0 e muito maior do que f/8.0.




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Como segurar a câmera corretamente


Embora possa parecer que a maneira de segurar a câmera é o mais básico de conhecimento em fotografia, é surpreendente como muitas pessoas não têm o know-how. Não é ciência de foguetes, mas com certeza pode fazer uma grande diferença na forma como as imagens saem. Segurando a câmera para o lado errado pode criar muitos movimentos que desfocam as fotos.


Sua mão direita


Quando você segurar a câmera corretamente, sua mão direita tem um aperto firme, mas suave no punho da câmera enquanto o dedo está pronto para atirar no botão do obturador.


Sua mão esquerda


Mais importante é a colocação da mão esquerda, especialmente se você tiver um longo lente da câmera. Sua mão esquerda deve apoiar a própria câmera ou a lente longa. Embalando a câmara com firmeza é apropriado.


Seu Corpo


Quando você está gravando e têm que segurar a câmera corretamente, seu corpo deve ser apoiada também. Isto irá eliminar oscilações desnecessárias. Por exemplo, apoie contra uma árvore, um prédio, um carro, etc Ou, você pode até se ajoelhar e inclinar-se contra seus próprios joelhos para o apoio.


Em alguns casos, é inteiramente apropriado usar um tripé para obter os melhores resultados possíveis. Certifique-se o tripé que você escolher irá apoiar sua câmera e que você tem o melhor ângulo antes de disparar


 
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